Toda empresa deve aplicar medidas para manter seus equipamentos funcionais e dentro de um determinado padrão de qualidade. Porém, nem sempre é possível garantir alta performance em modo contínuo. Por isso, quando algo ocorre, o time de manutenção corretiva entra em cena.

Esse tipo de manutenção tem como foco eliminar, da maneira mais rápida e precisa possível, qualquer erro que afete o funcionamento da infraestrutura de máquinas e ferramentas da empresa. Bem feita, ela é capaz de reverter prejuízos e manter o negócio com alto nível de performance. Assim, a companhia não perde competitividade quando algo ocorre nos seus equipamentos.

Quer saber mais sobre a manutenção corretiva e como ela deve ser executada? Então, confira o post a seguir!

O que é a manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é um processo de identificação e correção de problemas. Ela é executada sempre que algo capaz de afetar a qualidade dos processos acontece. Assim, a empresa pode manter a execução de suas rotinas com alto nível de continuidade e, ao mesmo tempo, maximizar a habilidade de prestar serviços dentro dos prazos.

Em outras palavras, a manutenção corretiva tem como foco evitar que um problema cause grande prejuízo. Por isso, ela trabalha na identificação da origem da falha e na busca do que pode ser feito para mitigá-la da melhor forma possível. Assim, não só a empresa tem o problema eliminado, mas também fará isso sem um custo ou prazo elevado.

Quais os tipos de manutenção corretiva?

Existem dois tipos de manutenção corretiva. Saber as suas características é um passo básico para evitar que prejuízos afetem o lucro do negócio. Além disso, facilita a vida do gestor, que poderá planejar fluxos de trabalho com mais qualidade e precisão.

Veja a seguir os tipos de manutenção corretiva mais comuns do mercado!

Manutenção corretiva planejada

Essa é a manutenção corretiva quando a empresa encontra um problema leve em um equipamento, mas que não causa a interrupção da sua operação. Esse pode ser o caso, por exemplo, do motor de um veículo, que está com uma peça desgastada. Ele pode ser utilizado normalmente, mas essa prática leva a empresa a ter gastos maiores e, em longo prazo, pode trazer outros problemas.

Esse tipo de manutenção exige uma boa análise do negócio. O gestor precisa definir o melhor momento para executar a operação de correção do erro. Assim, ele consegue manter-se operacional até a chegada de uma peça nova, por exemplo, sem que isso leve a uma grande perda de competitividade.

Manutenção corretiva não planejada

A manutenção corretiva não planejada é feita quando o problema é grave o bastante para a empresa ter que eliminá-lo rapidamente. Esse pode ser o caso, por exemplo, de um caminhão com pistão quebrado. Manter o veículo funcionando representa-rá um risco para o motorista e para o negócio, portanto, a correção deve ser feita imediatamente.

Em geral, esse tipo de manutenção tem um custo maior. Afinal de contas, a empresa tem pouco tempo para se planejar. Por isso é importante que o time esteja preparado para sempre executar essa correção com o menor custo possível.

Como esse tipo de manutenção se diferencia de outros tipos de manutenção?

Existem outros tipos de manutenção que uma empresa de logística deve executar. Elas são voltadas a aumentar a vida útil da frota e evitar que o negócio tenha grandes gastos. Assim, a companhia consegue diminuir os gastos indiretos relacionados à entrega de diferentes tipos de cargas.

A manutenção preditiva, por exemplo, é feita a partir da análise contínua do estado de uma ferramenta. A partir do estudo do estado de cada ferramenta, o gestor avalia a melhor hora de trocar uma peça ou fazer pequenas mudanças nos ajustes. Desse modo, é possível prolongar a vida útil de veículos, peças e dispositivos operacionais.

Já a manutenção preventiva é feita regularmente para avaliar se existem falhas ou sinais de desgaste prematuro de peças. Desse modo, a empresa pode aplicar uma correção rapidamente, antes que o problema escale sua gravidade. Com isso, os custos se mantêm dentro de um nível esperado.

Como criar uma política de manutenção robusta?

A criação de uma política de manutenção envolve uma análise completa do negócio. Ela é moldada para evitar riscos e garantir o máximo de vida útil para todos os aparelhos. Assim, a empresa pode manter-se focada no atendimento a demandas externas sempre.

Entre os passos que devem ser aplicados, podemos apontar:

  • conheça o perfil da empresa e dos seus equipamentos;
  • avalie quais são os riscos existentes para cada área do negócio;
  • classifique os riscos pelo nível de impacto que eles possam causar para as receitas do negócio;
  • crie medidas preventivas para evitar que falhas ocorram;
  • defina um processo de troubleshooting preciso, claro e alinhado com o perfil da frota;
  • treine os profissionais da empresa;
  • documente as medidas;
  • sempre revise os procedimentos para garantir seu alinhamento com os padrões do mercado.

A rotina de trabalho de quem trabalha no setor de logística depende de vários fatores para ser feita dentro dos prazos acordados. Um fluxo operacional de alta qualidade pode ser obtido com o apoio de métricas, bons equipamentos e uma equipe preparada para lidar com desafios diários. Porém, por mais que sejam adequadas as rotinas e estratégias, problemas ainda podem ocorrer.

Se eles estão relacionados aos equipamentos e veículos, é importante que os times tenham a habilidade de corrigir a falha no menor prazo possível. Ou seja, a empresa precisa ter as bases necessárias para identificar a origem do erro da maneira mais adequada, evitando um grande prejuízo. Isso só é possível com o apoio de uma política de manutenção corretiva adequada.

Por isso sempre faça um processo de análise, planejamento e treinamento das equipes. Garanta que todos conheçam os passos básicos para corrigir os problemas mais comuns e o negócio contem com apoio especializado para os mais complexos. Assim, sempre que for necessário a manutenção corretiva será aplicada e evitará quedas na competitividade do negócio.

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